Como tem passado?Os anos escorreram na ampulhetaDesde a primeira vezEm que segurei a caneta,Sonhando com o nosso grande talvez. O tempo seguiu,E você — o tão esperado —Ainda não surgiuPara
Como tem passado?Os anos escorreram na ampulhetaDesde a primeira vezEm que segurei a caneta,Sonhando com o nosso grande talvez. O tempo seguiu,E você — o tão esperado —Ainda não surgiuPara
Me deixe partirPois aqui nada restouMe deixe desistirPois a vida em mim já se acabouQuem sabe possa sentirO prazer de o balde chutarE me despedirAo essa poesia enforcarCom minhas últimas
Mergulho fundo Na minha própria imensidão Conheço o profundo, Sigo a correnteza sem direção Surfo uma onda existencial… Por um segundo A caneta com oxigênio Me enche de força vital
Toda vezQue vejo uma carta sua chegarMe sinto perder toda a sensatezSinto um borboletário se formarDentro de mimÉ como se não fosse capaz de controlarMeu coração de jardimQue se transforma
Sigo a longa estradaViajo por entre memóriasEstou determinadaA viver grandes histórias… Sigo por avenidas,Algumas bem iluminadasPor pessoas queridasE ensolaradas. Percorro vitórias,Que compõemMinhas trajetóriasE que expõemMeu eu.Mas são nas estradasEm absoluto
Tenho data e localizaçãoTenho sentimentosE uma boa educaçãoPara não esquecer os cumprimentos Guardo históriasE lembrançasMomentos de glóriasE sonhos de criançaAs vezes escondo uma confissãoEm minha composiçãoPedidos e sentimentosIdeias malucas e
Quero sentirMeus lábios no seu pescoço,Matar meu desejo de descobrirComo tirar sua pose de bom moço.Te fazer perder o juízo,Romper as regras gramaticais,Quebrar a rima ao meio,Te ter um pouco
Querido diário,Vamos de confissão?Estou presa no cenárioRefém do coração A mente em redemoinhoDo início da paixãoSe perde no caminhoEntre o sim e o nãoDetesto o sussurro baixinhoDa indecisão Se me
Sinto calafrioSó de nos imaginarNo convés do navioFazendo a cabine chacoalharDesbravando tesouros perdidosMergulhando na sensaçãoEnquanto ouço seus gemidosE sinto sua única mão Me preparo para zarparRumo a imensidãoPrometo não segurarToda
Quero contatoTe sentirDe imediato,InteragirCom a interface no ato Te instruirComo desbloquearE prosseguirPara acessarA base da programaçãoCom cada linhaEnquanto sua mãoCaminhaPelo ápice da conexão Quero te permitir adentrarNa estruturaQuero te impulsionarNo